Nova presidente do IBGE tem nomeação publicada no Diário Oficial

Escolha de Susana Cordeiro Guerra havia sido oficializada na sexta-feira (8). Também foram nomeados nesta segunda-feira (11) os novos presidentes do INPI e do Sesi. Foi publicada na edição desta segunda-feira (11) do Diário Oficial da União (DOU) a nomeação de Susana Leite Ribeiro Cordeiro Guerra para a presidência do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).
Economista do Banco Mundial, ela teve seu nome anunciado na sexta-feira (8) como o escolhido pelo governo para comandar o instituto responsável pelas estatísticas econômicas e sociais do Brasil. Ela foi indicada ao cargo pelo ministro da Economia, Paulo Guedes.
Susana substituirá Roberto Olinto no cargo. Ela é a segunda mulher a presidir o IBGE desde que ele foi criado, em 1936. Wasmália Bivar foi a primeira a comandar o instituto, tendo cumprido seu mandato entre setembro de 2011 e julho de 2016.
Susana é economista com atuação no Banco Mundial, onde atuou em casos envolvendo medidas para a redução de pobreza na Ásia, além de metas para aumentar a saúde e a educação. Ela também atuou como pesquisadora visitante no Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) e na Fundação Getulio Vargas (FGV).
Em seu currículo constam títulos de pós-graduação em Filosofia, Ciências Políticas e Desenvolvimento Internacional nas universidades de Harvard e Massachusetts, nos Estados Unidos.
INPI E SESI
Também tiveram a nomeação publicada no DOU desta segunda-feira Claudio Vilar Furtado, que irá presidir o Instituto Nacional da Propriedade Industrial (INPI), e Eduardo Eugenio Gouvêa Vieira, que assume a presidência do Conselho Nacional do Serviço Social da Indústria (Sesi).
Furtado é professor da FGV desde 1974 em disciplinas de investimentos, finanças coorporativas e “private equity” e atua na área de economias de empresas e de investimentos.
Já Gouvêa Vieira, cuja família foi sócia do grupo petroquímico Ipiranga, preside a Federação das Indústrias do Estado do Rio de Janeiro (Firjan) desde os anos 1990. Recentemente, ele se posicionou a favor do corte de verbas para o Sistema S, do qual o Sesi faz parte.